Regulamentação da Autonomia das Universidades e maior interação entre as IES entram na pauta do Conselho de Reitores do CE

4 de dezembro de 2015 - 08:57

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O presidente do conselho, Reitor da URCA, Professor Patrício Melo, buscando uma maior interação entre as instituições, colocou em pauta o calendário de atividades para 2016

 

O Conselho de Reitores das Universidades Cearenses (CRUC) realizou no dia 2/12, a última reunião deste ano, com a participação do secretário de Ciência e Tecnologia, Inácio Arruda. O encontro ocorreu na Reitoria da Unifor. Ao final, a anfitriã, reitora Fátima Veras, acompanhou os participantes numa visita ao laboratório, onde diversas pesquisas estão em andamento inclusive na área molecular para a saúde humana e animal.

 

Além da reunião, houve uma confraternização. O presidente do conselho, Reitor da URCA, Professor José Patrício Melo, buscando uma maior interação entre as

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instituições, colocou em pauta o calendário de atividades para 2016, ficando acertado que as reuniões do Cruc ocorrerão nas primeiras quartas-feiras dos meses de fevereiro, abril, junho, agosto, outubro e dezembro. Um seminário ficou programado para agosto e entre os pontos em pauta estão a regulamentação das autonomias das universidades, institucionalização da educação à distância e mobilidade estudantil.

 

O encontro contou ainda com as presenças dos reitores Fabianno Carvalho, da Uva; Jackson Coelho, da Uece; e representando o reitor da Unilab, o professor Aristeu Rosendo. Houve uma apresentação de Cândido Bezerra Costa Neto, da Secitece, sobre o Plano Nacional de Educação. Ele elencou as 10 diretrizes que vão desde a erradicação do analfabetismo à universalização do atendimento escolar, até superação das desigualdades educacionais. Entre os dados apresentados, um chamou atenção: são formados 1.340 mestres, por ano, no Brasil.

 

O secretário Inácio Arruda elogiou o convívio das universidades para discutirem os problemas e encontrarem soluções sem superposição das atividades. Nesse ponto, o reitor Fabianno Carvalho alertou que os avanços serão conquistados se houver participação. A reitora da Unifor deu um conselho básico: “Basta transformar o que se pensa em ação”. Jackson Sampaio, da Uece, parodiando o Ciências sem Fronteiras sugeriu o programa “Ciência sem porteira” , e o professor da Unilab, Aristeu Rosendo, classificou como muito importante a interação entre as instituições. Ele anunciou o desejo da Unilab de ter um curso de Medicina, no Maciço de Baturité.