Aberto II Seminário de Teatro do Oprimido no Cariri

2 de maio de 2019 - 10:10

Com o objetivo de desenvolver reflexões e ações de superação das opressões sociais vividas pelas comunidades do interior nordestino foi aberto nesta quarta-feira (01/05), o II Seminário de Teatro do Oprimido no Cariri da Universidade Regional do Cariri (URCA), no Centro de Artes Reitora Maria Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau.

A Terreirada dx Oprimidx deu início ao evento, com o Maracatu Uinu Erê do Carrapato Cultural /Ceará, na qual todos os participantes interagiram com a atividade, proporcionando um momento de acolhida.

Em seguida, aconteceu a solenidade de abertura, através da apresentação da Comissão Organizadora do seminário e a composição da mesa de abertura, com a presença da Diretora do Centro de Artes, Mônica Melo; Chefe do Departamento de Teatro, Vinício de Oliveira; Chefe do Departamento de Artes Visuais, Raquel Versieux; Coordenadora do curso de Teatro, Cecília Lauritzen; e representante do Centro Acadêmico de Teatro, Júlia, mediada pelo Coordenador do evento, Mateus Gonçalves.

A Diretora do Centro de Artes agradeceu a presença de todos e desejou as boas-vindas aos participantes, destacando a relevância do seminário para comunidade. “Nos deixa muito satisfeitos a maneira como esse Centro está se constituindo nesse novo espaço, criando momentos para que vocês todos estejam aqui trazendo a comunidade e também pessoas de outros estados, para compartilhar esse momento de construção de conhecimento, que é o que estamos buscando, que é bastante significativo para a nossa região, para a nossa Universidade, para nossa comunidade”, disse.

O Coordenador do evento relata a importância do seminário. “Esse é um evento dos mais importantes da nossa realidade, na nossa contemporaneidade, estamos aqui hoje resistindo e pensando em instrumentos coletivos de resistência, de revolução, pra gente não sucumbi a essas atrocidades que estão acontecendo”, afirmou.

Após, ocorreu a palestra de abertura “TO – a resistência de dentro pra fora”, com os ministrantes Helen Sarapeck e Hélio de Lima, na qual foi abordada as diversas formas que o teatro do Oprimido marcou a vivência dos palestrantes e o que essa descoberta possibilitou em suas trajetórias de vida, tanto na área pessoal, como na profissional. O evento em sua segunda edição acontece até o dia 03 de maio e conta com oficinas, palestras, apresentações estéticas, curtas e rodas de conversa.

Fotos: Vinício de Oliveira e Mateus Gonçalves

Confira a programação:

Quinta-feira-02/05/2019

8h/9h30 – Rodas de conversa

1) Teatro inclusivo e acessibilidade, com Patrícia Silveira (CE) e Sônia Sales (CE)

2) Do TOPO aos horizontes possíveis, com Jerônimo Vieira (CE) e Amâncio Pimentel (CE)

10h/11h30 – Rodas de conversa

3) Negritude e gênero, com Evandro Nunes (MG) e Verônica Isidorio (CE)

4) Culturas populares e Resistências em tempos difíceis, com Cacá Araujo (CE) e Hélio de Lima (RN)

11h30 – Almoço

13h – Apresentações estéticas

14h/17h – Oficinas

1. O Corpo Negro Em Cena, com Evandro Nunes (MG)

2. Laboratório Madalenas, com Helen Sarapeck (RJ)

3. Laboratório de Escrita Teatral para Oprimido, com Wagner Petroli (CE)

4. A imagem na Sala de aula – da descrição a cena, com Hélio de Lima (RN)

19h – Curtas Cenas (edição especial SETOCA)

Sexta-feira-03/05/2019

8h/9h30 – Rodas de conversa

5) TO e Saúde mental, com Maria Feitosa (CE) e Jean Alex (CE)

6) Teatro Legislativo em ação, com Evandro Nunes (MG) e Helen Sarapeck (RJ)

10h/12h – Grupos de Trabalho (Apresentações de pesquisas acadêmicas)

13h – Apresentações estéticas

14h/17h- Oficinas (continuidade da tarde anterior)

17h30 – Plenária final

20h – Festa de encerramento